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24 de May de 2026 Varejo

“As pessoas não vão ao restaurante porque querem comida.”

“As pessoas não vão ao restaurante porque querem comida.” Danny Meyer.
Quem trouxe essa reflexão foi Marcio Barros. Mérito total dele nesse final de semana, em me sacudir mais um pouco. Deem uma olhada no post dele!

Porque comida, elas resolvem, mas o que elas buscam é experiência, previsibilidade e confiança no resultado.

No meu propósito, ainda tem gente confundindo isso.
EU NÃO EXECUTO OBRAS - existem dezenas de opções a disposição no mercado.

Minha atuação não se limita a execução (também realizamos) - isso é consequência do que vem antes - a estratégia, o planejamento, a decisão que não compromete.

EU ATUO ONDE EXISTE UM PROBLEMA CARO, COMPLEXO E CHEIO DE RISCO — e precisam de alguém que traga clareza, método e controle antes de qualquer execução. Por isso desenvolvi a Metodologia Norte.

E olha que interessante, esse mês vivi um caso interessante.
Fui abordada por um empresário de sucesso em momento de escalabilidade. Conversamos, coloquei pra ele que o que ele estava solicitando era somente a operação/execução e não a estratégia em si. Enviei a proposta comercial.
Recebi uma contra proposta com uma redução de cerca de 40% no meu orçamento, mesmo com um valor que já estava dentro do praticado no mercado.

Ou seja, não era sobre preço.
Era sobre percepção de valor.

E junto com isso, veio o “bônus”:  assumir a responsabilidade pela entrega da obra dentro do prazo, com o retorno pelo "sucesso"…  sem autonomia de decisão.

Percebe a conta?
Menos investimento,  mais responsabilidade,  alto nível de exigência,
e zero controle sobre os fatores críticos.

Isso não é vantagem comercial, é transferência de risco travestida de oportunidade. Porque obra no prazo não depende de boa intenção.
Depende de decisão, controle, alinhamento e autoridade técnica.

Quando isso não está na mesma mão que a responsabilidade, o resultado vira uma aposta. E eu não opero na lógica da aposta.

Por isso, não fechamos.

Porque quem entendeu valor, não compra execução.
Compra segurança na decisão, compra previsibilidade de resultado, compra inteligência antes do concreto.

Obra é consequência - resultado é construção.

Eu não vendo obra. Eu estruturo expansão com método, leitura de cenário e controle de CAPEX, e isso exige coerência.

Se a expectativa é excelência, o investimento precisa refletir isso.
Caso contrário, não é parceria., é desalinhamento. E isso custa muito caro em expansão.

O que é mais importante pra você?
Economizar na decisão ou garantir controle e resultado?
Contratar operação e continuar sem Norte pra estratégia?

Lembre-se que o que te trouxe até aqui não é o que vai te levar para o próximo nível.

Equipe Pipeline Gerenciamento de Obras